12/01/2026 07h05
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A facilidade do Pix trouxe uma nova preocupação para milhões de brasileiros: a fiscalização da Receita Federal. O Fisco está cruzando informações das movimentações financeiras para identificar inconsistências na declaração do Imposto de Renda. Transações que parecem inofensivas podem, na verdade, acender um alerta e levar o contribuinte diretamente para a malha fina.
Isso acontece porque as instituições financeiras são obrigadas a informar à Receita, por meio da declaração e-Financeira, todas as movimentações mensais que ultrapassam R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Com esses dados em mãos, o sistema consegue comparar o que foi movimentado com o que foi declarado como rendimento, buscando por qualquer divergência.
Para evitar problemas, é fundamental conhecer os deslizes mais comuns que chamam a atenção do Leão. Entender essas armadilhas é o primeiro passo para usar a ferramenta de pagamentos instantâneos com segurança e manter as contas em dia.
5 erros com o Pix que podem gerar problemas
Pequenos descuidos no dia a dia podem se transformar em grandes dores de cabeça. Veja a seguir as práticas que devem ser evitadas para não cair na malha fina por causa de transações via Pix.
Manter um controle das transações e guardar comprovantes que justifiquem a origem de valores elevados é uma prática recomendada. A organização financeira é a principal aliada para garantir que o uso do Pix seja apenas uma facilidade, e não um problema com a Receita Federal.
Vale ressaltar que a Receita Federal não monitora cada transação individualmente em tempo real, mas cruza dados consolidados para identificar incompatibilidades entre movimentação e renda declarada.
Fonte: Correio Braziliense