27/02/2026 06h04
Foto: Ilustrativa
Ao longo dos 33 anos da Damicos Consultoria, mantivemos um propósito claro: enxergar além dos números, metas e estruturas. Trabalhando com Cultura Organizacional, Liderança, ESG, Gestão e Planejamento Estratégico, aprendemos que os maiores desafios — e também as maiores oportunidades — estão no que não se vê.
Estamos falando dos ativos intangíveis: aqueles elementos invisíveis ao olhar contábil, mas essenciais para a força, a inovação e a longevidade de uma organização.
Esses ativos, por não estarem nos relatórios financeiros, muitas vezes são ignorados. Mas não se engane: tudo aquilo que não é cuidado pode virar custo. E um custo alto.
Durante um encontro do Grupo Gente & Gestão, ouvimos o mestre Oscar Motomura falar sobre “Liderança orientada à saúde mental e bem-estar”. Seu olhar sobre os ativos e custos invisíveis — e seu impacto direto na saúde e no desempenho das organizações — foi um verdadeiro ponto de inflexão.
Ele nos levou a uma conclusão essencial: é hora de colocar o invisível no centro da estratégia.
Afinal, alto turn-over, fuga de talentos, desmotivação, baixa produtividade ou obstáculos comerciais raramente se explicam apenas por causas tangíveis. Essas questões têm raízes na cultura, na liderança e no cuidado com as pessoas — ou na ausência deles.
Esse tema é estratégico. Precisa estar na mesa dos Conselhos e do C-Level com urgência. Ignorar o que não se vê é abrir espaço para perdas silenciosas e progressivas.
“Ainda dá tempo de virar esse jogo. O invisível pode ser a sua maior força — ou sua maior ameaça”.
Comente conosco: como sua organização lida com os ativos e custos invisíveis.
Fábio Rocha - Especialista em Liderança, Cultura Organizacional, ESG e Carreira, Professor, Palestrante, Treinador, Mentor, Conselheiro e Diretor-Executivo da Damicos Consultoria. [email protected]
Maiza Neville - Especialista em Liderança, Carreira e Longeratividade, Treinadora, Mentora de Carreira 50+, Conselheira e Sócia-Fundadora da Damicos Consultoria. [email protected]
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