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Transporte Terrestre

BYD Dolphin Mini é o carro mais vendido no varejo do Brasil

O sucesso nas vendas expandirá ainda mais com a nacionalização da produção na fábrica de Camaçari (BA)

03/03/2026 07h33

Foto: Divulgação

Agora, em fevereiro de 2026, com um acumulado que já ultrapassa a marca histórica de 62 mil unidades vendidas e diversos prêmios como "World Urban Car", do World Car Awards 2025 e inclusive "Invenção do Ano" pela renomada revista Times na bagagem, o BYD Dolphin Mini atinge pela primeira vez o posto de carro mais vendido do Brasil no varejo. O preço público sugerido do Dolphin Mini é de R$ 119.990.

"Há um tempo a BYD vem provando que o carro elétrico não é mais uma promessa. O avanço do BYD Dolphin Mini, superando nomes históricos no topo do ranking brasileiro, mostra como a nossa estratégia de democratização da mobilidade eletrificada está sendo bem-sucedida no País", enfatiza Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto. "É a verdadeira consolidação, em larga escala, de uma tecnologia inovadora e que veio para transformar o modo como o brasileiro enxerga o setor automotivo", conclui.

O sucesso expandirá ainda mais com a nacionalização da produção na fábrica de Camaçari (BA), inaugurada em outubro de 2025, que garante maior disponibilidade, preços mais acessíveis e fortaleceu a estratégia da marca no país. "Com o avanço da estrutura e dos galpões de estamparia, soldagem e pintura, a liderança que conquistamos em fevereiro será ainda maior nos próximos meses", afirma Baldy.

Fenômeno de vendas em crescimento constante

A liderança do BYD Dolphin Mini é acompanhada pelo excelente desempenho da BYD com todo seu portfólio. A linha Song também figura entre os 10 mais vendidos no varejo, ocupando a 8ª posição, com 2.818 unidades emplacadas. A presença simultânea dos dois modelos reforça que o posicionamento e a crescente demanda por carros eletrificados não são um fenômeno pontual, mas uma transformação na preferência do consumidor e consequentemente na dinâmica do próprio mercado.

Outros números que sustentam o sucesso da BYD no Brasil são os dados de vendas de automóveis. No ranking de veículos de passeio no varejo, a BYD se posiciona como a segunda mais vendida de fevereiro, com 9.377 unidades e 12,8% de participação no mercado. Ao somarmos vendas diretas, a marca se manteve, pelo segundo mês consecutivo, na 5ª posição, com 11.379 unidades, que correspondem a 8,1% do total de mercado, superando montadoras que têm operações de décadas no Brasil, que hoje buscam se adaptar à nova realidade da eletrificação e agora veem que essa transição é mais do que urgente.

"A curva de crescimento da marca no país impressiona e esse salto, apesar de vir em um curto tempo, é parte de um legado que vem sendo construído desde nossa chegada e uma extensa divulgação das tecnologias eletrificadas. Em fevereiro de 2024, a BYD ocupava a 10ª posição, com pouco menos de 3% de participação. Um ano depois, no mesmo período, já éramos a 9ª marca mais vendida do Brasil, com pouco mais de 5% de participação no mercado", comemora Tyler Li, presidente da BYD no Brasil.

O desempenho consolida a greentech e a coloca à frente de fabricantes tradicionais, reforçando a velocidade da sua ascensão em um setor historicamente concentrado nas três primeiras colocadas, que ainda somam parte relevante do mercado nacional.

Alexandre Baldy reforça que a presença no Top 5 nacional mostra que a eletrificação passou a disputar relevância em volume total. "Nossos planos são ambiciosos: seguimos focados na busca pela liderança geral em vendas no Brasil até 2030".

Capilaridade e Força Regional

Em fevereiro, impulsionada por uma rede que já conta com mais de 200 concessionárias em operação em todo o território nacional, a BYD apresenta bons resultados no varejo em diversas regiões do paíse lidera em capitais como Brasília, Aracaju e Palmas, onde a marca se destacou ao saltar do 6º lugar em janeiro para a liderança. Esse alcance regional é estratégico para a greentech, que vê no Brasil um mercado ávido por economia e tecnologia, provando que a infraestrutura de carregamento e a confiança no elétrico já são realidades consolidadas no país.