Utilizamos cookies de terceiros para fins analíticos e para lhe mostrar publicidade personalizada com base num perfil elaborado a partir dos seus hábitos de navegação. Pode obter mais informação e configurar suas preferências AQUI.

Logística

Motoristas podem consultar pedágios free flow pelo app CNH

Atualmente, 14 concessionárias possuem o sistema free flow homologado em funcionamento

24/08/2026 10h08

Foto: Divulgação

Os motoristas podem acompanhar, a partir desta segunda-feira (24), os registros de passagem por pedágios eletrônicos, conhecidos como free flow, pelo aplicativo CNH do Brasil. A ferramenta, anunciada pelo Ministério dos Transportes, reunirá dados de rodovias federais e estaduais que utilizam o sistema.

Por meio do aplicativo, será possível verificar as passagens registradas e descobrir qual concessionária é responsável pela cobrança. A plataforma também informará o meio oficial disponível para que o motorista faça o pagamento da tarifa.

A novidade foi disponibilizada após uma etapa de testes, adequações, homologação e integração dos diferentes sistemas envolvidos na operação do free flow. Segundo a CNN Brasil, atualmente 14 concessionárias já utilizam o modelo, com funcionamento homologado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), órgãos reguladores e demais integrantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT).

Como funciona

Ao contrário dos pedágios convencionais, o free flow permite que os veículos atravessem os pontos de cobrança sem a necessidade de parar em cabines ou cancelas. A identificação do automóvel e o registro da tarifa são feitos de forma automática por meio de recursos tecnológicos.

O modelo tem como objetivo tornar a circulação pelas rodovias mais rápida, reduzindo congestionamentos e o risco de acidentes relacionados a frenagens e paradas nos locais de cobrança.

Outra característica é o cálculo da tarifa. Dependendo das regras estabelecidas para cada trecho concedido, o valor pode levar em conta a distância efetivamente percorrida pelo veículo, em vez de uma tarifa fixa cobrada em uma praça tradicional.

Fonte: Metro1